Na rua Messias Prado, bem nas proximidades da praça do Carmo, o Espaço D’época abre suas portas durante o 34º Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) com a missão de reunir artistas, obras e públicos para viver experiências culturais. Neste sábado (02) o Grupo Renantique também passou para sonorizar o clima.

“Reunimos várias linguagens e públicos. Nossa intenção é criar um espaço de diálogos para as artes em nosso estado e durante o FASC não poderíamos ficar de fora da programação, contribuindo para que o evento tenha mais essa opção de visitação. Além do antiquário, também montamos um café para que as pessoas sentem, conversem e discuta o cenário cultural que estamos vivendo hoje. Reunimos também artistas através de intervenções culturais de Gladston Barroso e Cláudia Nem, por exemplo, que realizaram duas obras interessantes nas paredes da casa”, contou a diretora do D`época, Sayonara Viana.

Para o artista plástico e arquiteto, José Luiz Mangueira Viana, todo espaço cultural é válido, ainda mais durante o FASC. “Achei o D`época interessantíssimo e já estou pensando em criar um ateliê meu aqui em São Cristóvão também. A cidade é a joia dourada de Sergipe e precisa viver tudo isto. Já realizei alguns trabalhos no passado e certamente no ano que vem quero fazer parte da programação com workshop para a população”, enfatizou ele, que está com uma exposição dentro da Casa do Iphan, na praça São Francisco, intitulada Sombras e Cores.

Segundo o jornalista Alysson Prado, abrir o antiquário durante o festival foi mais um ponto positivo para quem está visitando a cidade. “Já conhecia o local e vejo-o como mais um point em São Cristóvão, veio agregar. O festival está muito bom, pois contempla todas as áreas, sem perder o foco das manifestações folclóricas. O FASC está plural e merece esse reconhecimento”, disse.

Fotos: Danielle Pereira.


Sayonara Viana
Alysson Prado